Somos essencialmente o que escrevemos

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Somos essencialmente o que escrevemos

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Escrever, antes de ser uma arte ou o resultado de uma vocação, é uma necessidade do ser humano. Independente de talentos pessoais, todos somos capazes de expressar nossas idéias através da escrita. Ela é, portanto, a extensão de nosso pensamento.
De toda a história da humanidade, uma ínfima parte foi registrada através de imagens e de sons. O homem desde as mais remotas eras teve uma preocupação de deixar para as gerações futuras o registro de sua evolução no campo das artes, da tecnologia, das ciências. E sempre o fez por meio deste meio único de transmissão de conhecimento.
Em plena época das informações eletrônicas, a escrita continua viva, sem rival. Basta acessarmos um site na internet para nos convencer disto; a quantidade de textos escritos suplanta em muito as imagens e dos sons.
De todas as invenções do homem, a escrita é a única que o acompanhou ao longo de toda a sua história, sem sofrer grandes transformações. E continua mais viva que nunca. Viva e fundamental à transmissão de suas conquistas. Social e tecnologicamente, mais evoluíram os povos que melhor desenvolveram sua capacidade de comunicação através da escrita.
A própria evolução tecnológica trouxe a necessidade de se aprimorá-la. Até mesmo as informações sobre como operar as máquinas, que antes eram passadas oralmente, hoje somente chegam aos novos usuários por meio de manuais. É o homem criando e passando adiante, para outros povos aquilo que antes estava restrito a um pequeno grupo de pessoas.  
Portanto, a escrita é a maior ferramenta de que dispõe o homem para ir adiante, para registrar, para marcar sua presença e contar sua história.

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