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O mundo esta diminuindo
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Que pais é este

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Li certa vez um texto supostamente escrito por uma turista holandesa, no qual ela fazia uma verdadeira apologia ao Brasil. Por que motivo alguém vindo de tão distante se preocuparia com algo desta natureza? Talvez pelo simples fato de termos por aqui algumas coisas que só não nos chamam a atenção porque estamos acostumados a elas.
Somos um país único no mundo por vários motivos, contudo um deles em especial merece ser salientado, e sobre isto a visitante européia fala em seu texto: a solidariedade de nossa gente. Somos milhões de pessoas – mais de setenta por cento da população – envolvidas em algum tipo de projeto social, independentemente de classe a que pertençam. Boa parte de nossa população, desprovida do mínimo para sua sobrevivência conta diariamente com a ajuda de outros tantos. Não somente nos compadecemos do sofrimento alheio, fazemos o possível para que a vida de nossos semelhantes seja menos penosa.
Mas isto  não se vê, não se percebe a olho nu; não se mensura.
Mas o Brasil do progresso, aquele que pode ser medido está aí. É este de uma produção agrícola invejada por todas as potências mundiais, inclusive pelos Estados unidos da América, preocupadíssimos que estão com este fato. Produzimos e exportamos para as mais diversas regiões do mundo uma gama infinda de produtos. Nossas exportações causam admiração a vários países ditos industrializados. Alimentamos uma verdadeira legião de pessoas pelo mundo afora e temos terras para produzir muito mais. Somos inigualáveis deste caso.
No campo cultural somos também imbatíveis. Temos as festas mais espetaculares do planeta e uma das poucas músicas que ainda não foi massacrada pela música ianque. Nosso cinema reage com bravura aos enlatados vindos de fora e nosso jeito magistral de fazer telenovelas é reconhecido internacionalmente como um dos mais eficientes do mundo. É nossa cultura ganhando espaço por todos os cantos.
Quando ouvimos a velha pergunta “que país é este?” respondamos que este é o país referência mundial no combate à praga dos tempos modernos, a AIDS. Respondamos também que somos um dos maiores mercados editoriais do mundo, e o país das múltiplas raças vivendo de forma harmoniosa. Somos o país que não ignora o sofrimento de sua gente e por isso criou um programa único em toda a história: o FOME ZERO, hoje ampliado para o BOLSA FAMÍLIA. Somos o povo mais receptivo do mundo, o povo da alegria contagiante, do aperto de mão e do abraço fraterno, independente de quem chega para nos visitar. Que venham os franceses para que lhes ensinemos como receber. Somos o país do exército da paz, referência com mantenedores da harmonia depois das contendas. Já estivemos na África, na Ásia e estamos agora na América Central. Nós temos a confiança, o respeito dos vencedores e vencidos.
E isto é pouco? Não! Isto é tudo, tudo que um país pode oferecer para que sejamos reconhecidos, apesar das dificuldades, como a nação mais fraterna e mais rica do mundo.   

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